As oportunidades na Nuvem para profissionais de TI
capatextoblog

Foto de cottonbro no Pexels

Muitas vezes olhamos para o mercado e, pela nossa cegueira natural apenas enxergamos aquilo que é “muito grande“. Olhamos para os grandes contratos, os números grandões do que receberemos pelos nossos esforços dentro do contrato..

Enfim só olhamos as coisas grandes.

E quem se propõe a olhar para os pequenos acaba encontrando uma verdadeira mina de ouro, mas por causa da cegueira “grandona” não consegue ver.

Acabamos de passar por mais um período da Black Friday. Os grandes magazines se organizaram ao longo do ano, comprando os pequenos que se ajustaram bem ao modelo da Black Friday, a exemplo da Magalu comprando o Kabum.

Os pequenos que foram ao mercado tiveram de lutar pelos demais consumidores, cansados de tomar “strike” dos maus comerciantes. E a briga fica bastante desigual.

Não estou falando em justiça nas vendas, já que o próprio mercado consumidor se encarrega de se livrar dos maus vendedores. Mas estou falando de um outro mercado que, sabendo que tem de entrar no mercado digital ainda reluta para fazê-lo.

E aí está a oportunidade.

Nem preciso fazer pesquisas para descobrir quantos dos profissionais de TI sabem como montar um bom servidor web, com segurança e velocidade. Sabem, também onde encontrar os melhores provedores com os melhores serviços para a hospedagem.

Que sabem montar uma boa plataforma para o site do cliente, com integração aos mais diversos meios de pagamento e que conhecem bem como montar esse ambiente em alta disponibilidade com baixo custo.

O pequeno empresário poderá até reclamar que custará mais do que os R$ 16,00 por mês de uma simples hospedagem; ou mesmo R$ 30,00 por mês para ir direto para uma plataforma de e-commerce.

Mas ele perceberá que esse mesmo valor é muito pequeno se comparado a perder vendas.

Um bom profissional de TI, alocado ou não pode pensar nesse tipo de solução com algo certo, pois existem muitas empresas pequenas no bairro onde mora que precisam entrar no jogo do comércio eletrônico, se quiserem sobreviver numa eventual próxima pandemia.

Afinal o profissional de TI vai entregar uma infraestrutura robusta, suportando um site de e-commerce confiável e dando ao seu cliente os rendimentos que ele busca sem precisar abocanhar parte das vendas. Apenas com um contrato mensal e bem estruturado.

Poderá trabalhar do conforto de casa e ainda, se quiser ajudar algum parente ou amigo que esteja desempregado a ter uma renda. O que poderá vir depois depende apenas da visão do profissional de TI e, tenho certeza de que poderá trazer novos serviços que darão suporte ao crescimento de seus clientes e, consequentemente o crescimento de sua própria empresa.

O começo será fácil? De forma alguma mas será possível se continuar buscando sem descansar e focando em como poderemos ajudar uns aos outros nessa batalha.

Eu, estou buscando sem descansar e tenho certeza de que poderemos trazer os bons resultados para a nossa família. Porque dor e sofrimento essa pandemia já trouxe bastante. Agora, precisamos nos ajudar para ajudar outros a se levantarem.

Fidelização – Mal feita prejudica as vendas
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Todo proprietário de loja, seja física seja virtual tem a mesma preocupação: fidelização de sua clientela. De fato, pois é através de sua freguesia que a loja desenvolve suas vendas e se mantém ativa na lida do dia-a-dia. Se a loja tiver uma boa base de clientes sua sobrevivência, mesmo em tempos mais bicudos é assegurada pela fidelização da clientela, que busca alternativas ou “favores” para consumir. E aí, pode ser que se vá desde a caderneta até uma linha de crédito diferenciada, que facilite a venda. Aí, vai de cada lojista.

Mas a preocupação com a fidelização de sua clientela atinge, também os donos de lojas virtuais. Se, conversando diretamente com o cliente de forma presencial já é complicado manter seu cliente fiel à sua loja, imagine então num ambiente onde você não faz ideia de quem seja do outro lado da transação.

Essa complicação ganha contornos maiores quando estudamos a pesquisa divulgada pela Accenture, grande empresa de consultoria digital revela que 47% das pessoas entrevistadas revelou grande frustração com uma experiência de compra ruim e que evitariam a marca no futuro.

Por outro lado, em outra pesquisa desta vez realizada pela Ebit/Nielsen, plataforma de opinião de consumidores do Brasil 92% dos clientes que tiveram contratempos mas tiveram suas demandas atendidas rapidamente, tais como trocas ou devoluções, revelaram que voltariam a consumir das mesmas lojas.

Em todos os casos revelou-se que a experiência do cliente foi essencial para criar fidelização. E como as lojas podem desenvolver ações para melhorar a experiência do cliente dentro de suas dependências ou nas lojas virtuais?

Bem, a principal coisa é conhecer – e bem o seu cliente. Há tempos, o “seu” João, da vendinha conhecia em detalhes o seu público. Sabia quem eram, o que consumiam, onde moravam e até quanto ganhavam. Conheciam seus filhos e onde trabalhavam. Sabiam como iam e vinham, conhecia os lugares mais comuns onde tiravam suas férias. Enfim, conheciam muito bem seus clientes. E hoje?

Hoje, conhecer bem os clientes tornou-se uma tarefa bastante complicada. Ou não. Afinal, boa parte das tarefas saíram das mãos dos donos de lojas e foram para empresas de marketing e serviços digitais.

Conhecer seu cliente.
Continua sendo a principal informação a se ter. Principalmente se soubermos quais as dores e as transformações aguardadas pelo nosso cliente, diante do cenário em que se encontram. Lembre-se. O “seu” João sabia de toda a vida social de seus clientes.

Entender a jornada de compra.
Saiba identificar o grau de consciência do consumidor. Sabendo disso você saberá exatamente como está o ânimo do cliente para o processo de compra.

A satisfação do cliente.
Atendimento de qualidade e boa experiência na jornada de compra alinha as exigências dos clientes com a jornada de compra. Ajuda a guiar as ações do pós vendas e auxiliar os clientes para aproveitar ao máximo suas compras. Isso vem do crescente grau de exigência dos clientes de hoje.

Segurança na compra.
Com o volume de fraudes crescendo cada vez mais a segurança é cada vez mais exigida, tanto do lado de quem vende como do lado de quem compra. Por isso parcerias com operadoras de crédito de confiança estão se revelando como estratégicas. Velocidade de transações, segurança e tecnologia antifraude devem fazer obrigatoriamente parte do serviço oferecido como uma boa experiência de vendas.

Aproxime-se de seu cliente.
As “dicas” do “seu” João, do mercadinho podem ser bastante uteis neste momento. “Seu” João conhecia bem seus clientes.. Nos tempos modernos em que vivemos, aproximar-se pode estar relacionado com as redes sociais. Por isso é muito importante ter e manter um perfil nas redes sociais.

Tenha um e-commerce eficaz.
Organize de forma eficiente e atrativa seu e-commerce. Pesquise as melhores plataformas, com os melhores recursos e integrações e, principalmente com as melhores taxas.

Use ferramentas de marketing.
Captar novos clientes e auxiliar na manutenção dos clientes já existentes é apenas uma das tarefas de uma consultoria de marketing. Você pode optar por cuidar pessoalmente do seu marketing ou contratar uma consultoria especializada.

O mais importante, depois de saber dessas coisas todas é que você tenha as melhores informações para tomar as melhores decisões para desenvolver seu e-commerce ou seu comércio local da melhor forma possível e com a maior rentabilidade desejável.

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